Um homem de 26 anos foi barrado pela U.S. Customs and Border Protection (CBP) quando o software de identificação facial mostrou que seu rosto era diferente do que constava no passaporte. Ele estava chegando de São Paulo e apresentou um passaporte francês. Ao ser questionado pelas autoridades, acabou confessando que seu verdadeiro documento de identificação, feito na República do Congo, estava escondido debaixo da palmilha do sapato.
Por fim, autoridades federais decidiram não mandar o homem para a prisão e colocaram em um voo de volta. Com o sucesso da operação, outros órgãos procuram aperfeiçoar e distribuir a tecnologia para vários locais.
“Ele estava tentando entrar no País ilegalmente. Nós o prendemos, o processamos e ele foi mandado de volta para o Brasil, de onde partiu seu voo”, informou um agente do CBP.
O reconhecimento facial usa algoritmos para comparar características físicas e fotos em passaportes e vistos, com 99% de precisão.
Até agora 14 aeroportos americanos estão testando o software de reconhecimento facial para supervisionar a chegada e saída de passageiros. A ideia é, no futuro, substituir os passaportes tradicionais.